| Ética.
Poucos sabem seu significado, mas todos sabem
que a devem ter. Subjetividade compõe este conceito,
que por sua vez, abrange outros; ela constitui
as regras próprias de cada um para reger uma conduta
aceitável.
Quando a ética
entra em conflito com a moral – regras promulgadas
pela sociedade-, há um choque entre o que se propõe
que seja correto e os paradigmas impostos pelo
círculo social onde se está. Cria-se então um
embate que decide, de acordo com a dissuasão oferecida,
o que se fará.
Princípios
que vão contra a ética pessoal de alguém são subversivos,
pois acarretam certo repudio quanto ao cumprimento
dos mesmos. Porém, poucos indivíduos possuem a
capacidade de estabelecer uma união entre as normas
pessoais corretas com suas presentes ações, fazendo
com que o exercício do conceito ético seja abandonado.
Já dizia o
célebre político Mario Covas: “No Brasil, quem
tem ética parece anormal”. Esta citação reafirma
a amedrontadora posição do desenvolvimento da
ética nos cidadãos de nosso país; que começa desde
cedo, influenciada pela convicção dos pais e da
opinião formada pelo espaço convivente.
Os políticos
que nos representam nas decisões que definem o
rumo de nossa nação, ao invés de serem um exemplo
forte da moral e do respeito, cometem graves insultos
aos preceitos que gerem o que é adequado, tanto
para a comunidade, quanto para o bem-estar próprio.
Atitudes que
não ferem a consciência nem prejudicam alguém
podem ser consideradas éticas. Elas visam à comodidade
da sociedade sem nenhuma indisposição. Enfim,
é este valor ético que define o caráter e a reputação;
e que distingue o certo do errado. É o valor que
agrega a glória que uma pessoa possui se ela a
traz consigo. |